terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Adiós, Chespirito

Quando morre um palhaço, penso logo nas crianças. Inclusive naquela que fui e que me permito ainda cultivar. É uma tristeza indizível, uma sensação de perda que transcende à racionalidade. É como se nos roubassem mais um tanto da magia e do encantamento, tão já precários nesse confronto absurdo que chamamos de realidade.

Adeus, Roberto Gómez Bolaños. Obrigado por ter existido.



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